sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Ayrton Senna - Uma lenda a toda velocidade

Ayrton Senna - Uma lenda a toda velocidade

Em sua vida, Ayrton Senna, campeão mundial de F-1, foi reconhecido como líder do automobilismo, pioneiro da técnica de pilotagem, piloto tenaz e homem compassivo. Acima de tudo, ele sempre acreditou que as crianças e os jovens de baixa renda devem ter uma chance de desenvolver todo o seu potencial.Depois do acidente fatal, ocorrido durante o Grande Prêmio de San Marino, em 1994, a notável carreira de Senna e sua perspectiva humanitária continuam a inspirar o mundo. Desde esse ano, o Instituto Ayrton Senna - a realização de um de seus sonhos - ajudou a dar educação de qualidade a mais de 11 milhões de crianças e jovens brasileiros, e sua influência continua a crescer cada vez mais. Agora, pela primeira vez, a família Senna abre seus arquivos, compartilhando fotografias nunca antes vistas de momentos particulares em casa e nas pistas de corrida, e valiosos documentos da vida do piloto, incluídos em 13 luxuosos envelopes. Os leitores podem retirar e examinar réplicas do certificado de batismo, de cartas escritas à mão, de agendas de corridas, de uma foto de lembrança, de adesivos de escuderia autografados e mais de 20 itens especiais. As incríveis imagens do livro são o ponto principal, acompanhadas por um projeto arrojado e uma narrativa fluente. Em entrevistas exclusivas, a família e os colegas de equipe revelam fatos e curiosidades sobre a vida de Senna. Totalmente ilustrado e interativo, Ayrton Senna: uma lenda a toda velocidade é um item indispensável na coleção de qualquer fã.

Editora: Global

R$: 165,00

Autor: Christopher HiltonChristopher Hilton é uma autoridade em história do automobilismo. Autor de mais de 30 livros sobre o tema, especializou-se em biografias de modernos pilotos de F-1, como Michael Schumacher e Ayrton Senna. Realizou um estudo pioneiro sobre os Grandes Prêmios de Donington, de 1937 e 1938, bem como a biografia definitiva do campeão de motociclismo Mike Hailwood.Também escreveu livros a respeito de outros esportes - em especial sobre três copas mundiais de futebol - e de história geral, cujos temas vão do Muro de Berlim à história do Mayflower. Suas obras foram traduzidas para 15 idiomas. Atualmente, reside na Grã-Bretanha.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

ET EU TU


Diálogo entre as linguagens do poeta e músico Arnaldo Antunes e da artista plástica Marcia Xavier, ocorrido entre 2000 e 2003. As fotos e foto-montagens da mineira foram "respondidas" com poemas do paulista, resultando não apenas em um livro de poemas ou numa obra fotográfica, mas em "uma parceria de dois códigos", conforme os autores.O corpo humano tem presença marcante e serve como fio condutor do livro. Os poemas combinam aspectos construtivistas característicos da poética de Arnaldo, com metáforas em torno dos sentidos.
O projeto gráfico agrega a criação do artista plástico Carlito Carvalhosa, resultando em um livro-objeto que inclui fôlderes desdobráveis e transparências. Da capa espelhada à diagramação que espacializa as palavras, ET EU TU convida à interação e amplia as possibilidades de leitura do mundo. Tudo potencializado pela excelência de materiais e impressão da gráfica Burti.

Prêmios
Câmara Brasileira do Livro [CBL]Em: 2004
46º Prêmio Jabuti
Categoria: Projeto Produção Editorial
Premiados: Márcia Xavier, Arnaldo Antunes, Carlito Carvalhosa e Mayumi Okuyama
Editora: Cosac Naify

ARNALDO ANTUNES:
Nasceu em 1960, em São Paulo, e faz música, poesia, vídeo, performances e intervenções em outros meios desde 1980. Integrou o grupo Titãs de 1982 a 1992, com o qual lançou sete discos. Em carreira solo, já lançou diversos CDs, como Nome, Ninguém, O Silêncio, Um Som, Paradeiro e Saiba. Em conjunto com Marisa Monte e Carlinhos Brown, gravou o CD e o DVD Tribalistas. Em poesia, Arnaldo Antunes tem sete livros publicados no Brasil e uma coletânea traduzida e editada na Espanha. Tem também um volume de ensaios publicado - 40 Escritos (organizado por João Bandeira, ed. Iluminuras, 2000).

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O Labirinto dos Ossos

Começou a maior aventura dos últimos tempos e você é um dos escolhidos.
Imagine ter de escolher entre 1 milhão de dólares e a primeira de 39 pistas para um dos maiores segredos da humanidade. Os irmãos Amy e Dan Cahill escolheram enfrentar o perigo e correr atrás da herança misteriosa que foi deixada por sua avó. Será que eles vão conseguir descobrir esse mistério antes das outras famílias que também estão atrás desse tesouro? Entre de cabeça nessa trama recheada de ação e suspense.
O Labirinto dos Ossos é o primeiro de 10 livros da série The 39 Clues, que já é um sucesso no mundo todo. Não fique fora dessa caçada. O primeiro de uma coleção com 10 livros que vem conquistando o mundo.


COLEÇÃO:
Informações sobre a coleção :
- É composta por 10 livros, escritos por autores variados;
- É bestseller pelo jornal The New York Times;
- Já vendeu milhões de exemplares no exterior;
- Já foi traduzida para 20 idiomas;
- Nos EUA, o 6º volume, In too deep, foi lançado em novembro de 2009.
- Cinco milhões de cópias foram impressas das 6 primeiras edições;
- No site americano, há também um game on-line da coleção.

Para saber mais, acesse:




segunda-feira, 23 de novembro de 2009

BIBLIOTERAPIA

Biblioterapia

Palavra originada do grego:
Biblion: todo tipo de material bibliográfico ou de leitura
Therapein: tratamento, cura ou restabelecimento

A leitura é uma atividade que além do desenvolvimento cultural e de formação do cidadão, pode desempenhar um papel terapêutico.

A biblioterapia pode ser aplicada tanto num processo de desenvolvimento pessoal, educacional, como num processo clínico-terapêutico. É um processo interativo que se utiliza da leitura e outras atividades lúdicas como coadjuvantes, inclusive em tratamentos de pessoas acometidas por doenças físicas e mentais. Pode ser aplicada na educação, na saúde e reabilitação de indivíduos em diversas faixas etárias. As histórias podem levar a mudanças, pois auxiliam o indivíduo a enxergar outras perspectivas e distinguir opções de pensamentos, sentimentos e comportamentos, dando oportunidades de discernimento e entendimento de novos caminhos saudáveis para enfrentar dificuldades. Pode ser aplacada no contexto escolar, no processo de hospitalização e de sociabilização.

Abrange quatro estágios:
- O leitor/ouvinte se envolve com a trama e/ou com o personagem da história (envolvimento), promovendo a identificação. Ao identificar-se, pode reconhecer e vivenciar de forma vicária seus sentimentos característicos. Os problemas resolvidos com sucesso farão com que o indivíduo realize uma tensão emocional associada aos seus próprios problemas, atingindo a catarse. Desta forma, pode chegar ao insight, que leva o leitor/ouvinte a aplicar o que aconteceu na história à sua vida pessoal. A semelhança do problema da história leva à aproximação da vida pessoal, tornando-o acessível, atingindo uma etapa final, que seria a universalidade, onde se podem compreender outros problemas similares.
Para que esse processo se realize com sucesso é importante a seleção criteriosas do material a ser utilizado, a apresentação e definição da duração do processo e dos materiais, assim como o acompanhamento através da exploração emocional dos materiais e o compartilhamento das experiências.
É importante ter em mente que, ao ler um texto, o indivíduo constrói um texto paralelo, intimamente ligado às suas experiências e vivências pessoais, o que o torna diferente para cada leitor. Assim, conceitos podem ser transmitidos, mas os significados são pessoais e instransferíveis.

Através da biblioterapia, o indivíduo pode ser ajudado a ganhar distanciamento de sua própria dor e expressar seus sentimentos, idéias e pensamentos, o que pode possibilitar uma percepção mais aguçada de sua própria situação de vida, desenvolvendo uma forma de pensar criativa e crítica, alem de diminuir o sentimento de solidão (de sentir-se único a se sentir daquela forma), validar seus sentimentos e pensamentos, desenvolver empatia com outras pessoas (quando a biblioterapia é aplicada em grupo). Isso favorece a diminuição da ansiedade.

No entanto, é importante que se perceba que a biblioterapia não é uma fórmula mágica, nem uma intervenção única para promoção de mudanças. É uma ferramenta ou recurso terapêutico que faz parte de um processo.
A biblioterapia constitui-se em uma atividade interdisciplinar, podendo ser desenvolvida em parceria com a Biblioteconomia, a Literatura, a Educação, a Medicina, a Psicologia, a Enfermagem..., que tem como objetivo a troca de informações entre as áreas relacionadas.O resultado terapêutico ocorre pelo próprio texto, sujeito a interpretações diferentes por pessoas diferentes.
Desta forma, a biblioterapia constitui-se em um meio possível para se abordar temas existenciais (como a morte, por exemplo) com crianças tanto no contexto da saúde como da educação.


(Texto elaborado por Lucélia Elizabeth Paiva, a partir de sua tese de Doutorado: A arte de falar da morte: a literatura infantil como recurso para ser abordado com crianças e educadores).

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Stephenie Meyer

Biografia oficial:

“SEMPRE ADMIREI A CAPACIDADE de alguns escritores de criar situações de fantasia impossíveis e depois acrescentar personagens que são tão profundamente humanos que suas perspectivas tornam a situação real. Espero que Crepúsculo proporcione a mesma experiência a seus leitores.”
Stephenie Meyer formou-se em literatura inglesa na Brigham Young University. Sua estréia com Crepúsculo lhe rendeu, além do topo das listas de mais vendidos, a indicação de “Autora mais promissora de 2005” dos EUA. Meyer ganhou status de celebridade e trabalha agora na divulgação de The Host, novo romance que também será lançado no Brasil pela Intrínseca. Stephenie mora com o marido e três filhos em Glendale, no Arizona.

Autobiografia “extra-oficial”:

Nasci em Connecticut em 1973, durante um breve intervalo na trajetória da minha família, do Oeste dos Estados Unidos. Mudamos para Phoenix, no Arizona, quando tinha 4 anos, então levando em conta que tenho 27 verões do Arizona no meu currículo, considero-me uma nativa. A grafia incomum do meu nome foi um presente do meu pai, Stephen ( + ie = Stephenie). Embora meu nome tenha sido soletrado e escrito incorretamente ao longo de toda a minha vida, devo admitir que isso agora tornou mais fácil dar um “Google”. Sou a segunda de três irmãs e temos três irmãos mais novos. Minha irmã mais velha é muito tímida e doce, tivemos um cachorro batizado como uma criatura não-canina (Águia, no caso) e nunca contamos com uma empregada. Fiz o ensino médio em uma escola do Arizona — do tipo que tem Porsches no estacionamento dos estudantes, e para onde, a cada outono, as garotas voltavam para as aulas com novos narizes (para esclarecer: tenho meu nariz original, e nunca tive um carro até meus vinte e tantos anos). Nosso time de futebol era conhecido em todo o estado por seu desempenho. Ganhei uma bolsa de estudos do Mérito Nacional (National Merit Scholarship), e a utilizei para pagar o curso na Brigham Young University, em Provo, Utah. Estudei Inglês, mas foquei meu curso em literatura, e não em redação criativa. Em meus anos de faculdade, ouvi muitas piadas sobre o futuro da carreira dos estudantes de Letras, trabalhando na indústria de alimentos, por exemplo. E para todos aqueles que faziam piadas hoje faço: “Ra, ra, rá...!”Conheci meu marido Pancho (seu nome verdadeiro é Christian, mas ninguém o chama assim – não é uma longa história, mas é uma história boba, então vamos em frente) quando tinha 4 anos, mas não estávamos nem perto de ser namoradinhos de infância. Na verdade, nos encontramos em atividades da igreja. Nem consigo lembrar um momento em que nos cumprimentamos de uma forma amistosa, o que dirá trocar algumas palavras. Foi melhor assim, porque quando finalmente nos encontramos para falar um com o outro, dezesseis anos depois desse primeiro encontro, só levou nove meses do primeiro “Oi” até o casamento. Estamos casados há mais de dez anos, e temos três meninos lindos, brilhantes e maravilhosos. Gabe tem oito anos, Seth, cinco e Eli está com três. Quando comecei minha carreira de escritora, eram dois anos mais novos, e, olhando para trás, não tenho idéia de como sobrevivi fazendo tantas coisas ao mesmo tempo.Crepúsculo é meu primeiro romance, e tem sido como experimentar uma montanha-russa maluca, sem cintos de segurança desde o início. (Se estiver interessado em saber mais, vá até A criação de Crepúsculo.)

Meus autores favoritos e maiores influências literárias são (sem nenhuma ordem específica) Orson Scott Card, Jane Austen, William Shakespeare, Maeve Binchy, Charlote Brönte, Daphne DuMaurier, L. M. Montgomery, Louisa May Alcott, Eva Ibbotson, Willian Goldman, Douglas Adams, Janet Evanovitch... A lista continua, mas acho que selecionei os destaques. Não posso escrever sem música, e minha grande musa inspiradora é a banda Muse. Minhas outras fontes de inspiração são Linkin Park, My Chemical Romance, Coldplay, The All American Rejects, Traviz, The Strokes, Brand New, U2, Kasabian, Jimmy Eat World e Weezer, para mencionar algumas.
E por último, o maior aplauso para meu irmãozinho Seth, que me ajudou a colocar meu website funcionando em suas folgas entre um semestre e outro. Obrigada Seth! Quando você for um oftalmologista levarei meus filhos para consultas!

Reproduzido de StephenieMeyer.com