segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Zygmunt Bauman


Zygmunt Bauman (19 de novembro de 1925, Poznań) é um sociólogo polaco (português europeu) ou polonês (português brasileiro) que iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Lá conheceu o filósofo islandês Ji Caze, que influenciou sua prodigiosa produção intelectual, pela qual recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Atualmente é professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia.

Bibliografia:

Tem mais de dezesseis obras publicadas no Brasil, por
Jorge Zahar Editor e Paulus Editora, todas elas de grande sucesso, dentre as quais podemos destacar Amor Líquido, Globalização: as Conseqüências Humanas e Vidas Desperdiçadas. Bauman tornou-se conhecido por suas análises das ligações entre a modernidade e o holocausto, e o consumismo pós-moderno. Também em Portugal há edições de de Bauman, pela editora Estampa e outras.

Ligações externas:


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Fábio Sombra


Fábio Sombra (Rio de Janeiro, 1965) é um escritor brasileiro. Suas obras para crianças e jovens, geralmente abordam temas da cultura popular brasileira como: folias de reis, desafios em versos e cantorias de viola. Seu livro “A lenda do violeiro invejoso” (2005) recebeu da FNLIJ o selo de “Altamente recomendável para o jovem”. Fábio Sombra é membro da ABLC – Academia Brasileira de Literatura de Cordel, onde ocupa a cadeira de número 03, dedicada ao poeta Firmino Teixeira do Amaral.

Obras publicadas:

Rio de Janeiro by Fábio Sombra – Ed. Viana e Mosley – 2004
A Lenda do violeiro invejoso – Ed. Rocco – 2005
A peleja do violeiro Magrilim com a formosa princesa Jezebel – Ed. Lê – 2008 A caravana do oriente – Ed. Rocco – 2008 Magrilim e Jezebel em: O rei do ABC – Ed. Lê – 2009
Armando e o mistério da garrafa – Ed. Abacatte– 2009
Curupiras, sacis e outras criaturas fantásticas das florestas – Ed. Rocco – 2009 Brincadeira de arco-íris – Ed. Ao Livro Técnico – 2009
Cantos e contas – Ed. Ao Livro Técnico – 2009
Treze casos de viola e violeiros – Ed. Escrita Fina – 2010
João Valente – Ed. Abacatte – 2010
O soldado que assustou a morte - Ed. Mundo Mirim - 2010


Brian Lies





Brian Lies (pronounced Lees) (1963– ) is an American author and illustrator of children's books. His works include the Flatfoot Fox series by Eth Clifford and his own popular Bats at the Beach and its sequel, Bats at the Library. Lies was interested in art since childhood,[1] and while studying literature and psychology at Brown University he did political cartoons for the student newspaper, but was turned down when he applied for jobs at various publications. He then studied art at the School of the Museum of Fine Arts, Boston, and eventually did political cartoons for major newspapers and magazines.

He had, however, long been interested in children's books, and when he was approached by Susan Sherman (art director for children's books at Houghton Mifflin), who liked the way he portrayed emotions on his animal character's faces, he ended up illustrating the first book in the Flatfoot Fox series. As of 2006 that series is still in print. He also does illustrations for the children's magazines Spider, Ladybug, and Babybug.

Morcegos na biblioteca
Autor: Brian Lies
Editora Globo

Este é um daqueles livros especiais, que nós mesmos queremos guardar e reler para sempre. No cair da noite, uma turma de morcegos loucos por livros invade uma biblioteca. Em belíssimas ilustrações que acompanham o tom da noite que poderia ter uma história com morcegos, o autor oferece uma lida viagem pelo prazer da leitura.
Fonte:

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Mário Prata


Mário Alberto Campos de Morais Prata (Uberaba, 11 de fevereiro de 1946) é um escritor, dramaturgo e jornalista brasileiro.
Foi criado em Lins, interior de São Paulo. Com dez anos de idade já escrevia "numa velha Remington no laboratório de meu pai (...) crônicas horríveis, geralmente pregando a liberdade e duvidando da existência de Deus". Nesse período de sua vida, era o redator do jornalzinho de sua classe na escola. Sendo vizinho de frente do jornal A Gazeta de Lins, com catorze anos começou a escrever a coluna social com o pseudônimo Franco Abbiazzi.
Passou, com o tempo, a fazer de tudo no jornal, desde editoriais a reportagens esportivas e artigos de peso. O escritor Sérgio Antunes, seu amigo nessa época, disse que Mário era um molecote de "voz de taquara rachada e aparelho nos dentes". Além de escrever, Mario se dedicava ao tênis e, defendendo o Clube Atlético Linense, acabou sendo o campeão noroestino infantil na década de 1960.
Lia tudo o que lhe caía nas mãos, em especial as famosas revistas da época O Cruzeiro e Manchete, que traziam em suas páginas os melhores cronistas da época, como Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Henrique Pongetti, Rubem Braga, Millôr Fernandes e Stanislaw Ponte Preta, uma vez que em Lins, naquela época, "não chegavam os grandes clássicos", como disse o autor. Daí a forte influência que os citados cronistas tiveram em seu estilo.
Sua estadia em Portugal, onde morou por dois anos, deu origem a um de seus grandes sucessos no Brasil, o livro Schifaizfavoire, espécie de dicionário do português falado pelos portugueses. Lá, nesse período, realizou diversos trabalhos para a RTP (Rádio e Televisão Portuguesa). Atualmente mora em Florianópolis e diz que gosta de escrever de manhã e "careta", uma herança adquirida nos tempos em que trabalhou no Banco do Brasil.
Ganhou fama como escritor de telenovelas, sendo seu maior sucesso a novela global "Estúpido Cupido" (1976). Seu último folhetim foi "Bang Bang" (2005), com co-autoria de Carlos Lombardi. Prata desistui de fazer novelas após o fracasso dessa telenovela.

Escreveu, semanalmente, na revista Época e no jornal O Estado de São Paulo, por vários anos.

Obras para a televisão
• Sem lenço, sem documento
• Dinheiro vivo
• Estúpido cupido

quinta-feira, 17 de junho de 2010

PALAVRAS MÁGICAS


PALAVRAS MÁGICAS

( Rosana Rios )

Neste livro, a paixão pela leitura é retratada de forma poética. A autora, Rosana Rios, adora ler desde pequena, quando começou a anotar todas as palavras mágicas que encontrava em muitos livros - nos contos de fadas, nas aventuras fantásticas, nas mil e uma noites, nos clássicos universais. Pirlimpimpim, alakazam, abracadabra... são muitas as palavras encantadas, e todas elas serviram de inspiração para Rosana escrever os poemas de 'Palavras mágicas'.

Palavras a gente escreve,
palavras a gente lê,
palavras a gente fala
e ouve, sei lá por quê!
Palavras pedem palavras,
mal acabam de ser ditas:
tanto faz se são faladas
ou são apenas escritas...

Título: Palavras Mágicas
Autora: Rosana Rios
Editora: Studio Nobel
Edição: 2010

Postado por: Rosa Cleide Marques